Je Vous Salue, Sarajevo

Curta metragem do Godard, em exposição da Bienal de São Paulo.

Uma tradução do texto, pinçada na internet: “Há a cultura, que é a regra, e há a arte, que é a exceção. Todos dizem a regra (cigarros, computadores, camisetas, TV, turismo, guerra…). Ninguém diz a exceção, ela não é dita, é escrita (Flaubert, Dostoievski…), é composta (Gershwin, Mozart…), é pintada (Cézanne, Vermeer…), é filmada (Antonioni, Vigo…). Ou é vivida e, então, é arte de viver: (Srebrenica, Mostar, Sarajevo…). É próprio da regra querer a morte da exceção. Portanto, a Europa, a cultura, querem a morte da arte de viver que ainda floresce sob nossos pés. Quando for a hora de fechar o livro, será sem nada a lamentar. Vi tantas pessoas viverem tão mal e tantas morrerem tão bem.”

Há dois outros filmes que eu gostaria de publicar aqui, mas que não consegui localizar. ” Static“, do Steve McQueen (diretor de Hunger, já comentado no blog) e “The Ballad of Sexual Dependency, de Nan Goldin.

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Hunger

Filme de estreia do diretor Steve McQueen (não confundir com o ator homônimo), Hunger entra em cartaz na cidade dentro da programação da mostra Zona Livre do Cinesesc.

Vencedor da Câmera de Ouro de Cannes em 2008 – prêmio concedido pelo festival a diretores estreantes – trata-se, em síntese, de um filme porrada.

Sem mais detalhes, preparem-se para vê-lo.