Quase soneto

Eram todos a última gota de sangue
Desta taça que se quebrou, estilhaçada
Eram todos os convivas do banquete
Desta noite de desprazer, enfastiados
Todas as lutas envenenadas
Para deleite dos consumistas
Esperando o fim das praças
A morte lenta dos comunistas
Estranho algum adentrará o castelo
A cidade em chamas arde fora dos muros
Não há mais espanto nas ruas
Mudança explosiva não há
Ricos fingem paz e neblina londrina
Exercitando-se em falsos parques
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