Coisas para guardar.

Algo que escrevi – achei por aqui – sobre um sujeito que conheci, há muitos anos. Alguém que sempre persistiu nas minhas lembranças. De vez em quando, ele me escreve, manda notícias, devaneios. Em tempos bicudos, quando se evita expressar sentimentos – quem me conhece de longa data, sabe -, eu que nunca tive pudores, digo: Mano, eu gosto de ti, cara! Tu é jóia!
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Disse o poeta, num tempo distante:
“Não faças versos sobre acontecimentos.”
Não. Não faremos, não. Continuaremos contando nossas lorotas quando ocasiões se fizerem oportunas. Motivos para divertidas chacotas em sextas-feiras de bar. Abraços, animados encontros de ombros, notícias, futebol, paixões, cinema e amizade em tardes possíveis. Uma banda de blues cuja vocalista de cabelos coloridos, segura um megafone e canta uma canção antiga com arranjo de música eletrônica; talvez um show assim, quem sabe, com nossos valiosos amigos, dividindo nossas preciosas banalidades. Era uma vez um menino de 17 anos, olhos claros e calmos, de braços cruzados, num canto do saguão daquela sinuosa faculdade.

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