1001/220 – Doors

The Doors – L. A. Woman (1971)

Quando todo mundo pensava que o The Doors ia desapareder no túnel escuro e claustrofóbico de sua própria pretensão, veio L.A. Woman.

De repente, a pompa lisérgica e depressiva da banda se metamorfoseou num estilo bem-humorado, expansivo e menos intenso. A Rolling Stone afirmou: ” O the doors nunca foi tão unido, tão parecido com os Beach Boys e o Love”. Com o acréscimo de Jerry Scheff no baixo e Marc Benno na rhytm guitar, o som do grupo se tornou mais completo e preciso.

Jim Morrison tinha se transformado de um esquálido xamã do acid rock numa carismática figura bêbada e grosseira. Quando grita o refrão desafiador de “The Changeling” dá para sentir que ele ultrapassou um limite pessoal para se tornar um intérprete mais livre e menos posado.

Há um novo tom divertido no álbum. “Love her madly”, um hino à paixão obsessiva, ganha uma energia infantil, saltitante, graças ao trabalho espirituoso de Rauy Manzarek nos teclados.

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