Nossa seleção na copa de 82

O Brasil teve ótimas seleções ao longo de sua história. Mas poucas deram tanta confiança ao povo  quanto a de de 82.  O país inteiro dava o o tetra como certo.  E não era para menos. A equipe comandada por Telê Santana era unanimidade nacional. Exceto, talvez, pela convocação do goleiro Leão, os jogadores que viajaram à Espanha agradavam à 99% da crítica e dos fãs.

A equipe encantou o mundo com um toque de bola refinado. Com dois volantes técnicos – Falcão e Cerezo – os geniais Zico e Sócrates no meio e os eficientes Éder e Careca no ataque (substituído por por Serginho), seria dificil segurar o Brasil. E, na primeira fase, ninguém segurou mesmo. Goleadas sobe Escocia e Nova Zelândia e os 3×1 sobre a Argentina na 2ª fase jogaram o favoritismo verde-amarelo nas alturas. Bastava um empate com a Italia para ir às semifinais.

Mas veio a tragédia de Sarriá. O caminho de volta foi doloroso. Uma das maiores seleções da história ficou apenas em quinto lugar. E ainda viu a Itália igualar nossos 3 títulos. As casas e ruas do país vestiram luto.

Telê era pé-frio? Faltou escalar um ponta? Depois do desastre de 50, aquela eliminação é até hoje nossa maior decepção em copas.  Mesmo assim, a seleção de 82 é reconhecida por muitos – adversários inclusive – como o último expoente do futebol arte.

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