A falta que um Doril me faz…

Queridos amigos, eu não estou sumido, não fui vítima de sequestro, ainda que  relampejante, não fui a Curitiba (minha cabeça e meu coração não saem de lá). Deixo aqui vestígios de minha presença etérea entre os cavaleiros e as amazonas desse nosso canto. Para Jorginho e Patrícia, meu agradecimento pelo fim de tarde do último domingo, agradável e alegre. Pela primeira vez, compartilhei um momemto vitorioso do Santos com o Luís e acertei mais uma vez a feijoada em família na casa do Zé. Só faltaram meu severo crítico Ramiro e minha doce amiga bandoleira Mayra Clara.

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Um pensamento sobre “A falta que um Doril me faz…

  1. Olá, moço. Gostei muito de tê-lo encontrado domingo e comentei com a Corina, por meios internéticos outros, sobre sua alma e mente já estarem vagando por lá. Você é valente, de uma valentia que conheço bem e gosto. Fecha os olhos e imagina uma bandoleira amazona a teu gosto, vindo de Curitiba e te sequestrando, e que sumam por aí, por lá, por onde você quiser, sem doril, sem nada, ou com tudo, tudo o que você puder imaginar, meu caro. Deixa o trabalho pra lá, aliás, teu expediente acabou.

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