Filha da Fortuna

Isabel Allende – Chile – 1998

Esse fora das séries 101 livros ou meus essenciais, apenas minha última leitura. Gosto da autora, fácil, agradável, com toques históricos relevantes. Desde a obra prima, de estréia, “A casa dos espíritos”, entrou na minha lista de autores sempre a conferir. Neste, mais de história do Chile e EUA. Recomendo todos dela (além dos já citados, gostei muito de Eva Luna, menor e tão simpático quanto e do marcante “Paula”, esse não ficção). Ela se situa, para quem ainda não leu, dentro dos autores de realismo fantástico latino-americano, mas prefiro ela à Cortazar ou Gabriel Garcia Marquez.

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2 pensamentos sobre “Filha da Fortuna

  1. Gosto muito dessa autora. “A casa dos Espíritos”, sua primeira obra publicada, remete ao “Cem anos de solidão”, povoada por fantasmas que dão o tom à história da família. Os demais livros, embora ainda contem com fantasmas (acho que isso, na verdade, é o que dá o tom à autora), parecem-me um pouco mais distantes de Garcia Marques. Acabo de ler “A soma dos dias”, memórias mais recentes, que gostei bastante. Há uma personagem chilena muito interessante, velha, que não fala inglês e visita a família na Califórnia, onde vive a autora. Apresentada a um casal de mulheres budistas, muito esforço foi feito para lhe explicarem que eram lésbicas, budistas e vegetarianas e em que consistia cada uma dessas coisas. A velha afirmou ter entendido que eram lésbicas e budistas, mas julgou ser coisa do diabo isso delas não comerem carne.

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