1001-180

Black Sabbath (1970)

O álbum de estréia do Black Sabbath, que está aqui muito mais por sua enorme influência do que por suas qualidades musicais, é pesado tanto na reputação como em sua profundidade sonora. O disco ainda soa extremamente maligno até hoje, com sua canção de abertura sempre saudada como hino anti-Santíssima Trindade que deu o pontapé inicial no heavy metal, sua capa muito, muito sinistra e o cheiro de esgoto vazando por todas aquelas canções ameaçadoras. Na verdade, como Suas Excelências Osbourne, Iommi, Butler e Ward explicariam muitas vezes, o álbum parece grosseiro porque foi gravado em apenas dois dias com um orçamento apertadíssimo – e mais, simulando uma gravação ao vivo, com picos de volume e tudo. O guitarrista Tony Iommi, com seus dedos deformados por um acidente industrial, toca a guitarra meio tom abaixo do mi bemol, acentuando ainda mais o som opressivo da música. As letras falando de morte e escuridão, então assustadoras – completavam a fervura.

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3 pensamentos sobre “1001-180

    • Claro que não. Esses debiloides que falam mal do Black Sabbath, mesmo que obliquamente, merecem queimar no inferno. Ou melhor, merecem ir pro céu e passar toda a eternidade escutando concertos de harpa.

      • Neste caso, trata-se de Joel Mclver, editor de produção da Record Collector. Responsável por algumas coletâneas, escreve textos para discos e participa de programas de TV e rádio. É autor de oito livros, sendo um dos últimos Justice for All: The Truth About Metallica, considerado o livro definitivo sobre a banda.

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