Insônia

Aquele gosto amargo
Que fica na boca
Quando acordamos
De um sono ruim,
É a evidência sórdida
De uma noite comprida,
Testemunha do revirar
De um corpo entre lençóis.

Não choveu
Como é de costume
Para as noites tristes
De folhetim.

Escuro sem vagalumes,
Sem grilos, sem o farfalhar
Das folhas e o chacoalhar dos galhos
Nas árvores.

Sem uísque,
Sem cigarros.
Apenas soluços
E uma garrafa de água
Sob a cama.

C.H.R.

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Um pensamento sobre “Insônia

  1. Sr. Cláudio, arrume as letras maiúsculas no início das frases e a pontuação. Não entendi o sentido do folhetim.

    exclua esse post assim que o ler. Ah, eu não fico falando.:.. ah adorei…..lindo……;isso não gera o progresso. Se quiser me xingar fique a vontade hahahahahaha

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