Nossos Articulistas – III

Luís

Um lorde inglês ou um bárbaro germânico? Quem sabe os dois? Seria essa mistura possível? Ou melhor seria chamar de flutuação?

E se tudo for somente aparência e ilusão, fruto de um juízo acomodado e superficial? Mesmo assim, considere-se que a imagem possa carregar algo do concreto, ainda que invertida ou parcialmente. O que se salva, então? Sem falar nas imagens que se colam ao real e o transformam, como ocorre com a jovem do filme do Dreyer (Dias de Ira) e o Álvaro de Campos de Tabacaria. Quem quiser, que conte a história. Um jogo. Que máscara você prefere vestir hoje? Que peça de xadrez irá movimentar? Um passo em falso, um passo imprevisto. O inusitado, a rotina.

Por ora, tenho juntado minha fleuma britânica e minha sede alemã em circunspectos balcões de bares.

Anúncios

2 pensamentos sobre “Nossos Articulistas – III

  1. Outro belo cartão de visitas. Só não precisava ofender a gente.
    E pra adicionar uma dose de convicção à sua sopa de incertezas: considerando que a nobreza – seja bretã, seja qualquer outra -, especialmente nos tempos em que tinha por função precípua a arte das armas, nunca foi lá tão bondosa assim; e que o atributo de bárbaro, germânico ou não, foi apenas produto do autocentramento da civilização romana, fica tudo embolado.

  2. Ahahaha, eu já esperava por isso. O Luis é o mestre das evasivas. A dica dele é observar.

    Pra que deseja saber mais, esclareço que o ser é mesmo é multiaspectado. Otimista, pacífico, organizadinho e ao mesmo um tempo mó doidão e revoltado. Só.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s