36ª edição, a ter início daqui a longínquos dois meses e meio. Mas já tá rolando a votação. Participai:
http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/melhores_filmes/index.cfm?edicao=2010
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36ª edição, a ter início daqui a longínquos dois meses e meio. Mas já tá rolando a votação. Participai:
http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/melhores_filmes/index.cfm?edicao=2010
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É só pra dizer que o filme vale a pena. Durante a projeção, não sabia bem o que achava. Depois de assistido, pensei: acho que ainda vou gostar dele. Fica a recomendação, pois. Assitam, se ainda estiver em cartaz.
Por fim, é o melhor filme do diretor dentre os que aportaram no Brasil. Se é que vi todos, claro. Uns dois ou três vi.
(Para os que já assistiram, não sentiram um gosto de Pasolini na lenda contada no filme?)
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José Régio, pseudônimo literário de José Maria dos Reis Pereira, nasceu em Vila do Conde em 1901. Licenciado em Letras em Coimbra, ensinou durante mais de 30 anos no Liceu de Portalegre. Foi um dos fundadores da revista “Presença”, e o seu principal animador. Romancista, dramaturgo, ensaísta e crítico, foi, no entanto, como poeta. que primeiramente se impôs e a mais larga audiência depois atingiu. Com o livro de estréia — “Poemas de Deus e do Diabo” (1925) — apresentou quase todo o elenco dos temas que viria a desenvolver nas obras posteriores: os conflitos entre Deus e o Homem, o espírito e a carne, o indivíduo e a sociedade, a consciência da frustração de todo o amor humano, o orgulhoso recurso à solidão, a problemática da sinceridade e do logro perante os outros e perante a si mesmos.
Fonte: http://www.releituras.com/jregio_cantico.asp
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Mais uma menção à terra adorada.
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Amanhã reencontrarei minha “filha” de quatro patas, a cadela wippet Vaquinha. É interessante como nos apegamos aos animais de nossa casa. Animais, agora me lembrei dos dois animais humanos que tenho em casa: Pedro e João, os apóstolos terroristas. Brincadeiras à parte, eu os amo, como todo pai deve querer bem aos seus filhos. Mas, falava de Vaquinha, a cadelinha que nos dá alegria. Adoro vê-la dividindo o travesseiro com o João todas as noites.
Segue uma homenagem às cadelinhas que amamos:
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Esperando Telê é um documentário sobre futebol realizado entre 1993 e 1994, pelos diretores Tales Ab´Sáber e Rubens Rewald, antes da Copa do Mundo, e que gira em torno da tentativa de se entrevistar o emblemático técnico Telê Santana. A entrevista, contudo, torna-se menos importante diante das imagens de televisão, saborosamente editadas, com cenas de outras entrevistas do treinador em mesas redondas e demais programas. Entende-se melhor o embate entre o futebol arte e o futebol força, luta que se acirrou definitivamente nos anos 90, a partir da Copa da Alemanha. Entre Telê, Parreira, repórteres atrapalhados, comentaristas esportivos nervosos e provocativos, temos o quase making-off do filme, com as visitas dos cineastas a botecos, residências, barbearias, perguntando sobre futebol, conversando no carro, enquanto percorrem a cidade, numa homenagem aos grandes craques de 30 a 90, que desfilam pela bocas dos fanáticos. Esperando Telê é um vislumbre sobre o futebol que amamos, o futebol da era dos heróis da bola em campo, homens tortos que entortavam outros homens; uma época romântica. A partir de Cruyff, desenha-se a era dos técnicos, da estratégia, do previsível. Cruyff e Telê ainda conseguiram harmonizar-se com o mítico mundo dos jogadores, porém, durante a década solapante de Parreira, os anos 90, esse mundo ruiu.
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A banda do Alex, em vídeos exclusivos, feitos por ele mesmo.
(alguém falou em doors?)
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